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Monday, November 03, 2008

Olá chicos

Oi Pueblo, post rápido pq preciso dormir!

Mãe, cheguei bem, pode ir aqui e aqui. Mostra pra Lucia que ela adora. E amanhã você pode ler notícias aqui e aqui também. (Mami, só clicar no link sem medo). Mãe newb de internet é florida - hehehe ;)

E como toda viagem pra Costa Rica sempre tem algum drama (LOL!) dessa vez perderam a mala do Stevie (ainda bem que não foi comigo!) lol, tadinho, mas ele nem se aborreceu já que ficou em segundo lugar a poucos minutos no 150+R de um outro site aí (obv que tomou mega suck out HU com AQ vs 79 num A37 flop, whatev) e levou 40K (not bad, uhuuuu!), então ele nem lembra da tal mala perdida. Foi mega farra depois da festa de abertura do LAPT (que foi ótima!) no quarto dele com Ape, Ch0ppy, Imalucksack, e mais vários, nem lembro. Eles foram comemorar mas eu vim dormir pq sou muito responsável - hehehe.

Então buenas noches pueblo, vou ver um episódio de Weeds e vou dormir, té amanhã. Tirei um monte de foto bacana na festa e na FT do Stevie com a minha maquininha esperta, mas não deu tempo de upload. Amanhã eu faço.

Beijos e queijos da Costa Rica - pura vida,

ME

4 comments:

  1. Anonymous12:39 PM

    Vi vc no finalzinho do EPT na FX ... dá um autógrafo? lol

    Bjs e ship it =)

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  2. Anonymous1:38 AM

    massa maryyy to loko pra ver as fotos...

    parece um reality show seu blog huahuahuauh

    além de ser massa acompanhar seu dia-a-dia eh massa tb ouvir noticias dos pros q agente ve arrasando nas FTS por ai.. muito legal isso =)

    (um pouco trash? ahuauh ahh mas eu gosto :O)

    bjooooo sucessssssssso

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  3. Anonymous8:22 PM

    Você já deve ter lido, mas nunca é demais...
    Até porque a abordagem do jogo foi bem tranqüila.
    Tu tá phoda !!!

    Parabéns,

    Falbito


    R E V I S T A D O M I N G O

    HILDE

    A DONA DO JOGO

    "ELA É DONA DO JOGO, ELA É DONA DA BANCA, ELA FAZ E ACONTECE,
    ELA FAZ ACONTECER" ("DONA DA BANCA", DE ALEH FERREIRA, MÚSICA-TEMA DE A DIARISTA)

    A garota de Ipanema, que estudou na Escola
    Americana do Rio e, em Nova York, na Dalton
    School (aquela citada em todos os filmes do
    Woody Allen), é controlada no jogo, mas viciada em
    bolsas Balenciaga e nas sandálias Havaianas.
    O perfume é o Nightflight, da Joop. O lugar preferido
    é Nova York, e a comida de que mais gosta é
    a francesa. E avisa: quanto mais manteiga, caloria e
    gordura, melhor! E ainda mantém um corpinho que ó!
    Desde pequenina Maria não pode ver baralho e
    tabuleiro. Tranca, bridge, blackjack, gamão, xadrez.
    Nas quadras, foi tenista. Hoje é jogadora, ontem foi
    roteirista e diretora. Foram anos de Rede Globo, ao
    lado de Alexandre Machado e Fernanda Young.
    Acumula profissões.
    Estava tudo indo bem na TV quando o pôquer foi
    tomando espaço na sua vida. Um jogo aqui, outro
    ali, muitas leituras. Começou a elaborar um
    documentário sobre a comunidade do pôquer,
    atualizar seu blog no PokerStars e, quando viu,
    estava mergulhada nas cartas. Não tinha mais como
    voltar. O pôquer é sua vida e trabalho. Dele vive
    e a ele se dedica. Por contas das suas excelentes
    atuações, acaba de ganhar o patrocínio do site
    PokerStars.net para os torneios de que participa pelo
    mundo. Mas escrever faz parte do seu mundo. Além
    do blog Need na ace (http://needanace.blogspot.
    com), tem planos de dirigir cinema. Sem pressa.
    O momento é do pôquer.
    Solteira, mas com o pé no altar, Maria segue pelo
    mundo com o namorado, o também jogador de
    pôquer Jon Van Sleet. Conhecido como Apestyles,
    está entre os top 10 do mundo, mora no Texas e,
    como Maridu, compete o ano inteiro. Acontece de
    participarem dos mesmos torneios, as melhores
    competições do mundo. E ai... é cada um por si!
    Fora do jogo, é a Maria mais dócil: faz comida,
    arruma a casa junto com o Jon ­ estão mobiliando
    o apê do Texas. Eles se conheceram em uma mesa
    on-line e há seis meses estão juntos. Costumam jogar
    e treinar juntos. Quando estão no mano a mano,
    quem vence tem regalias: escolhe as tarefas de casa.

    Coisas de casal

    A família, hoje fã da jogadora, relaxou quando
    descobriu que o pôquer não era um jogo de sorte,
    mas de habilidade, técnica, matemática, estudo
    e disciplina. Hoje todo mundo está na torcida!
    A campeã Maridu, em foto de Joe Giron

    Neste momento, Maria está no Texas com Jon, aproveitando a casa nova.
    Amanhã eles seguem para o torneiro LAPT, na Costa Rica. Só voltam ao
    Brasil para o Natal, antes de mais um circuito internacional, em janeiro,
    nas Bahamas, de onde vai sair vitoriosa mais uma vez. Mesmo que tenha
    de apelar para a cor rosa, rabo-de-cavalo e sorriso de mocinha enquanto
    vai subindo as apostas sem ninguém levar fé. Sempre funciona! A turma
    não leva muito a sério, larga as cartas achando que é impossível uma
    mulher de rosa, de aparência frágil e ainda com covinha blefar. Ah, as
    mulheres, essas jogadoras hors concours...
    "Se você não correr atrás de informação e do crescimento pessoal, tanto
    no jogo quanto na vida, você vai ficar pra trás", ensina.

    ReplyDelete
  4. Anonymous8:22 PM

    Você já deve ter lido, mas nunca é demais...
    Até porque a abordagem do jogo foi bem tranqüila.
    Tu tá phoda !!!

    Parabéns,

    Falbito


    R E V I S T A D O M I N G O

    HILDE

    A DONA DO JOGO

    "ELA É DONA DO JOGO, ELA É DONA DA BANCA, ELA FAZ E ACONTECE,
    ELA FAZ ACONTECER" ("DONA DA BANCA", DE ALEH FERREIRA, MÚSICA-TEMA DE A DIARISTA)

    A garota de Ipanema, que estudou na Escola
    Americana do Rio e, em Nova York, na Dalton
    School (aquela citada em todos os filmes do
    Woody Allen), é controlada no jogo, mas viciada em
    bolsas Balenciaga e nas sandálias Havaianas.
    O perfume é o Nightflight, da Joop. O lugar preferido
    é Nova York, e a comida de que mais gosta é
    a francesa. E avisa: quanto mais manteiga, caloria e
    gordura, melhor! E ainda mantém um corpinho que ó!
    Desde pequenina Maria não pode ver baralho e
    tabuleiro. Tranca, bridge, blackjack, gamão, xadrez.
    Nas quadras, foi tenista. Hoje é jogadora, ontem foi
    roteirista e diretora. Foram anos de Rede Globo, ao
    lado de Alexandre Machado e Fernanda Young.
    Acumula profissões.
    Estava tudo indo bem na TV quando o pôquer foi
    tomando espaço na sua vida. Um jogo aqui, outro
    ali, muitas leituras. Começou a elaborar um
    documentário sobre a comunidade do pôquer,
    atualizar seu blog no PokerStars e, quando viu,
    estava mergulhada nas cartas. Não tinha mais como
    voltar. O pôquer é sua vida e trabalho. Dele vive
    e a ele se dedica. Por contas das suas excelentes
    atuações, acaba de ganhar o patrocínio do site
    PokerStars.net para os torneios de que participa pelo
    mundo. Mas escrever faz parte do seu mundo. Além
    do blog Need na ace (http://needanace.blogspot.
    com), tem planos de dirigir cinema. Sem pressa.
    O momento é do pôquer.
    Solteira, mas com o pé no altar, Maria segue pelo
    mundo com o namorado, o também jogador de
    pôquer Jon Van Sleet. Conhecido como Apestyles,
    está entre os top 10 do mundo, mora no Texas e,
    como Maridu, compete o ano inteiro. Acontece de
    participarem dos mesmos torneios, as melhores
    competições do mundo. E ai... é cada um por si!
    Fora do jogo, é a Maria mais dócil: faz comida,
    arruma a casa junto com o Jon ­ estão mobiliando
    o apê do Texas. Eles se conheceram em uma mesa
    on-line e há seis meses estão juntos. Costumam jogar
    e treinar juntos. Quando estão no mano a mano,
    quem vence tem regalias: escolhe as tarefas de casa.

    Coisas de casal

    A família, hoje fã da jogadora, relaxou quando
    descobriu que o pôquer não era um jogo de sorte,
    mas de habilidade, técnica, matemática, estudo
    e disciplina. Hoje todo mundo está na torcida!
    A campeã Maridu, em foto de Joe Giron

    Neste momento, Maria está no Texas com Jon, aproveitando a casa nova.
    Amanhã eles seguem para o torneiro LAPT, na Costa Rica. Só voltam ao
    Brasil para o Natal, antes de mais um circuito internacional, em janeiro,
    nas Bahamas, de onde vai sair vitoriosa mais uma vez. Mesmo que tenha
    de apelar para a cor rosa, rabo-de-cavalo e sorriso de mocinha enquanto
    vai subindo as apostas sem ninguém levar fé. Sempre funciona! A turma
    não leva muito a sério, larga as cartas achando que é impossível uma
    mulher de rosa, de aparência frágil e ainda com covinha blefar. Ah, as
    mulheres, essas jogadoras hors concours...
    "Se você não correr atrás de informação e do crescimento pessoal, tanto
    no jogo quanto na vida, você vai ficar pra trás", ensina.

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